Centrais termoelétricas aumentam pegada de carbono
A pegada de carbono é uma medida do impacto que as nossas atividades têm no ambiente, e em particular nas alterações climáticas, e está relacionada com a quantidade de gases de estufa produzidos no nosso dia a dia, através da queima de combustíveis fósseis para a produção de eletricidade, aquecimento, transporte, etc. Ou seja, a pegada de carbono é uma medida de todos os gases de estufa que individualmente (direta ou indiretamente) produzimos, expressa em unidades de toneladas (ou kg) de dióxido de carbono equivalente. Este termo equivalente tem também a ver com as emissões de outros gases de estufa para além do CO2, que são convertidos nesta unidade, tendo em consideração a sua massa molecular e a sua capacidade intrínseca de absorção da radiação infra-vermelha.
O funcionamento básico de uma central termoelétrica é bastante simples: queimar combustível fóssil para libertar calor promovendo a passagem da água do estado líquido a vapor, este último, com a função de movimentar uma turbina de um gerador termoelétrico.
40% da energia elétrica produzida em Portugal provém da queima de combustíveis fósseis. Assim, as centrais termoelétricas em Portugal contribuem diretamente para o aumento da pegada de carbono.
A pegada de carbono é uma medida do impacto que as nossas atividades têm no ambiente, e em particular nas alterações climáticas, e está relacionada com a quantidade de gases de estufa produzidos no nosso dia a dia, através da queima de combustíveis fósseis para a produção de eletricidade, aquecimento, transporte, etc. Ou seja, a pegada de carbono é uma medida de todos os gases de estufa que individualmente (direta ou indiretamente) produzimos, expressa em unidades de toneladas (ou kg) de dióxido de carbono equivalente. Este termo equivalente tem também a ver com as emissões de outros gases de estufa para além do CO2, que são convertidos nesta unidade, tendo em consideração a sua massa molecular e a sua capacidade intrínseca de absorção da radiação infra-vermelha.
O funcionamento básico de uma central termoelétrica é bastante simples: queimar combustível fóssil para libertar calor promovendo a passagem da água do estado líquido a vapor, este último, com a função de movimentar uma turbina de um gerador termoelétrico.
40% da energia elétrica produzida em Portugal provém da queima de combustíveis fósseis. Assim, as centrais termoelétricas em Portugal contribuem diretamente para o aumento da pegada de carbono.
CDCL – Coal-Direct Chemical Looping
Uma combustão é uma reação química que consome oxigénio e produz calor, libertando dióxido de carbono, que é difícil de capturar e faz mal ao meio ambiente. Pesquisadores da Ohio State University descobriram uma nova maneira de extrair energia a partir do carvão evitando 99 % seja liberatado na atmosfera. A técnica, chamada Coal Chemical Looping-direta (CDCL), aproveita a energia do carvão, sem queimá-lo. Esta nova tecnologia inovadora, poderá revolucionar uma das industrias mais poluentes do planeta, e será testada em uma planta piloto em larga escala a partir do final do ano de 2013 em Alabama, USA.
Esclarecem os pesquisadores Dawei Wang e Liang-Shih Fan:
Uma combustão é uma reação química que consome oxigénio e produz calor, libertando dióxido de carbono, que é difícil de capturar e faz mal ao meio ambiente. Pesquisadores da Ohio State University descobriram uma nova maneira de extrair energia a partir do carvão evitando 99 % seja liberatado na atmosfera. A técnica, chamada Coal Chemical Looping-direta (CDCL), aproveita a energia do carvão, sem queimá-lo. Esta nova tecnologia inovadora, poderá revolucionar uma das industrias mais poluentes do planeta, e será testada em uma planta piloto em larga escala a partir do final do ano de 2013 em Alabama, USA.
Esclarecem os pesquisadores Dawei Wang e Liang-Shih Fan:
“Agora nós descobrimos uma forma de libertar o calor sem combustão. Nós controlamos cuidadosamente a reação química de forma que o carvão nunca queima, ele é consumido quimicamente, e o dióxido de carbono fica inteiramente contido dentro do reator ”
